30 de out. de 2009

Relatório Final das Eleições




Você pode conferir na integra clicando no link acima.

21 de out. de 2009

Especialistas discutem o futuro das marcas

Começou nesta terça-feira, 20, na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), a segunda edição do New Brand Communication (NBC). O evento, que acontece em São Paulo até a quinta-feira 22, reúne executivos de agências européias e americanas e especialistas em comunicação vindos de nove países que mostrarão cases consagrados para compartilhar suas experiências com profissionais e estudantes de marketing e propaganda.

O evento é idealizado pela Good People Share, rede de relacionamento global que busca entender e compartilhar o que há de vanguarda na comunicação mundial. O objetivo é transformar a inteligência coletiva em conteúdos práticos nas áreas de marketing e publicidade.

A apresentação inicial ficou a cargo do australiano Joshua Green, pesquisador do Instituto Massachusetts de Tecnologia, de Boston (EUA). Coautor do livro You Tube e a Revolução Digital, Green expôs dados da primeira pesquisa de grande escala sobre o conteúdo, estrutura e usuários do mais popular site de vídeos da web.

Segundo a amostragem do estudo, 50% do conteúdo postado no portal é produzido por usuários e 42% pela mídia tradicional. Sessenta e dois por cento dos posts é feito por usuários regulares - ou "comuns".

"Quando postam vídeos produzidos por mídias tradicionais, os internautas querem expressar um gosto, estar por dentro de eventos e comentar sobre os grandes hits", afirmou Green. "Já quando postam vídeos produzidos por eles mesmos, a intenção é se exibirem, comentarem e experimentarem a si mesmos."

Para Green, não é possível entender o sucesso de um conteúdo viral prestando atenção apenas no próprio vídeo. "É preciso qualificar a natureza do relacionamento que as pessoas constroem em volta dele", analisou.

Redes sociais

A segunda palestra do NBC 2009 foi "A nova moral digital: consumidores, marcas e redes sociais", ministrada pelo antropólogo e pesquisador inglês Tim Lucas, da TWRAmericas. A empresa desenvolve estudos e projetos para marcas interessadas em conhecer mais a respeito de tendências culturais e hábitos de consumo do público jovem. Com essa experiência e com base em pesquisas qualitativas, Lucas trouxe algumas das questões que rondam o tema, como os dilemas éticos gerados pelo comportamento nas redes sociais, a privacidade e as implicações do uso da tecnologia na vida cotidiana e no ambiente de trabalho.

A TWRAmericas esteve recentemente conduzindo um trabalho para a Microsoft, em Londres. Um dos dados colhidos é que 69% das pessoas gostariam de esconder seus perfis online de alguém, um índice que leva à discussão de uma nova ética gerada pelo comportamento na web. São dilemas como xeretar as páginas pessoais na mídia social, comentar fatos descritos unicamente na internet ou ter sua vida "analisada" pelos colegas ou pelo chefe no escritório. Uma das perguntas levantadas por Lucas é quanto se pode entender de um indivíduo apenas pelo que ele faz nas redes sociais. Ele aponta que é possível fazer diferentes leituras de acordo com o site pesquisado. Por isso, é preciso ter em mente que a rede social é uma outra forma de interação e de engajamento e que é importante lembrar que elementos como idade, sexo, status ainda são necessários para avaliar os hábitos do consumidor.

E o qual seria o próximo passo na rede social? Lucas afirma que os consumidores terão mais habilidades no mundo digital e que os padrões de comportamento vão mudar das novas ferramentas e do avanço da tecnologia. Ou seja, é preciso acompanhar sempre como as pessoas estão se relacionando na web. Também é fundamental lembrar que, assim como há regras de conversação no mundo real, há regras de conversação no mundo virtual. E as marcas devem estar atentas a isso e respeitá-las.

Sobre privacidade, Tim Lucas discorda da posição de algumas pessoas - entre elas, os próprios consumidores entrevistados para suas pesquisas. "Não acho que a privacidade deixou de existir, mas que o conceito se modificou". No passado, a privacidade era vista como uma maneira extrema de proteger a informação, utilizando todas as ferramentas possíveis para maximizar essa sensação.

Hoje, o indivíduo pondera os riscos e os benefícios em se expor. É como se fosse uma negociação. Mas com o estabelecimento de limites que as pessoas adotam para se proteger. "A grande questão é saber quem está no controle: nós ou a tecnologia", completa Lucas. Uma das conclusões de seus estudos é que o público usa a tecnologia para fazer coisas que gostaria de fazer e não conseguiria se não fosse pela tecnologia, como manter contato com os filhos via MSN. Um dos números apresentados pelo pesquisador indica que 72% das pessoas utilizam a internet no ambiente de trabalho por razões pessoais.

Fonte: M&M

19 de out. de 2009

Eleições sistema Conferp


Dando sequência ao processo eleitoral, queremos informar-lhe que fixamos nova data para realização da votação eletrônica, que observará o seguinte calendário:
- Teste do sistema (votação simulada) para acesso aos eleitores credenciados entre as 0:00h do dia 23/10 (sexta-feira) e as 24:00h do dia 24/10 (sábado), horários de Brasília (considerar o horário de verão vigente na Capital Federal) – como já realizado anteriormente, este teste tem por objetivo não apenas observar o funcionamento do programa de votação, mas também permitir que os eleitores possam se familiarizar com o ambiente e testar a validade de sua senha. Recomendamos que possam realizar este procedimento, que é simples e, caso detectado algum problema, entrem em contato com o seu regional ou com o suporte técnico antes do dia da votação. O acesso poderá ser feito tanto pelo link no Portal do CONFERP (www.conferp.org.br) quanto diretamente pelo endereço www.siconferp.org.br.
- Votação – dia 29/10, quinta-feira, das 9 às 17 horas, horário de Brasília (considerar o horário de verão vigente na Capital Federal). Da mesma forma, o acesso poderá ser feito tanto pelo link no Portal do CONFERP (www.conferp.org.br) quanto diretamente pelo endereço www.siconferp.org.br.
Para a votação fica mantido o credenciamento já realizado pelos profissionais, ou seja, continuam habilitados ao voto os mesmos eleitores já const antes do banco de dados como credenciados, continuando válidas todas as senhas já cadastradas pelos próprios profissionais.
Ressaltamos que nossa decisão de manter o sistema de votação eletrônica em nova data baseia-se na nossa confiança neste processo. O Sistema CONFERP foi, dentre as autarquias federais de fiscalização profissional, o pioneiro na utilização deste método, em 2006, que se provou simples e eficaz. Após minuciosa avaliação, concluímos: (a) que os fatos que motivaram a suspensão do processo não comprometeram os procedimentos de segurança e a integridade do banco de dados da votação; (b) que a descontinuidade do processo eleitoral imporia, neste momento, transtornos ainda maiores aos eleitores e (c) que o CONFERP está tomando todas as providências necessárias para que nã o se repitam os fatos ocorridos na votação de 15/10, incluindo a troca e o aumento do número de provedores de serviço.
Lamentamos os aborrecimentos eventualmente causados, lembrando que nossa decisão de suspensão da votação se deu exatamente para garantir que seja mantido o seu direito ao voto. Vale ressaltar que os fatos impeditivos da continuidade da votação aconteceram de maneira surpreendente e imprevisível, uma vez que todos os testes realizados, inclusive de votação simulada, não trouxeram qualquer ocorrência que pudesse acarretar preocupações neste sentido. Novas instruções mais específicas poderão ser distribuídas aos Conselhos Regionais para melhor atender e orientar os registrados no momento da votação.
Atenciosamente,
Márcio Simeone Henriques
Condutor Eleitoral do CONFERP
Conrerp 3.ª/1113

Fonte: CONFERP

Ofício Resposta a Audiência Pública do MEC sobre os Referênciais de RP

No dia 14 de outubro de 2009, o Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas – CONFERP, como representante legal da categoria dos Profissionais de Relações Públicas, encaminhou ofício ao Dr. Paulo Roberto Wollinger, Diretor de Regulamentação e Supervisão da Educação Superior – Ministério da Educação – MEC, onde apresenta seu posicionamento como contribuição e orientação aos representantes da SESU – MEC para os textos dos Referenciais de Relações Públicas.

Leia na integra http://www.conferp.org.br/?p=1503&cpage=1#comment-240

Fonte: Conferp (Conselho Federal de Relações Públicas)

1 de out. de 2009

Eleições: Registrados precisam se credenciar até o dia 05 de outubro

uem não recebeu a senha deve entrar em contato com o Conrerp 2ª Região

Os registrados têm até o dia 05 de outubro, próxima segunda-feira, para realizar seu credenciamento para as eleições 2009. Caso não tenha recebido o Ofício Circular MD1 de 11 de agosto contendo a senha fornecida para o credenciamento junto ao site do Conferp – www.conferp.org.br - o registrado deve entrar em contato com o Conrerp 2ª Região para fazer a sua solicitação.

A votação ocorre no dia 15 de outubro, das 9hs às 17hs, acesse o link das eleições e tenha mais informações http://www.conrerp2.org.br/index.php?pagina=eleiicoes---2009


Para mais informações:
Tel.: 0800 167 853
Horário de atendimento: 10hs às 16hs
Contato: Sr. Roberto

29º POP



Em 2009, o POP resgata seu formato nacional em edição única e , reune todos os profissionais do País na maior premiação da categoria. As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de outubro
Profissionais de comunicação e Relações Públicas de todo o País já podem inscrever seus cases para a premiação do 29º POP – Prêmio Nacional de Relações Públicas, destinado aos profissionais, organizações e agências de Relações Públicas do Brasil.
Organizado pelo Conrerp 2ª Região, sob a chancela e promoção do Conferp, o POP 2009 tem como objetivo homenagear projetos de excelência em Relações Públicas, elaborados entre novembro de 2008 e a data limite da inscrição, ficando vedada a participação de cases de anos anteriores.
O Prêmio Nacional de Relações Públicas 2009 mantém a tradição de prestar homenagens àqueles que contribuíram e ainda contribuem com o desenvolvimento do setor em âmbito nacional.
Os interessados podem inscrever seus projetos em oito categorias:
- Relações Públicas Organizações Públicas;
- Relações Públicas Organizações Privadas;
- Relações Públicas Terceiro Setor;
- Relações Públicas Responsabilidade Social e Ambiental;
- Relações Públicas Internacionais;
- Relações Públicas Gestão de Crises;
- Relações Públicas Novos Mercados e Empreendedorismo;
- Relações Públicas nas Universidades.
A novidade para 2009 é o resgate do Troféu Abertura, que promove e incentiva os jovens profissionais em sua transição da academia para o mercado.
As inscrições serão feitas até o dia 23 de outubro de 2009, pelo correio ou pessoalmente na sede do Conrerp 2ª Região. Os cases só poderão ser inscritos por profissionais de Relações Públicas ou agências por eles responsáveis, que façam parte do Sistema Conferp e estejam em dia com as obrigações legais em seus respectivos Conselhos Regionais.

Fonte: CONFERP

30 de set. de 2009

Eleições sistema Conferp

Mudar está nas suas mãos, comece pelo voto.

Chegou a hora de movimentar as peças no tabuleiro outra vez, fique atento! Embora algumas regionais possuam chapa única é sempre bom acompanhar o processo eleitoral e saber quem fica e quem sai.
Participe com seu voto e faça valer sua anuidade.

Os desafios da Comunicação Empresarial brasileira

A Comunicação Empresarial brasileira, apesar dos seus avanços indiscutíveis, se depara ainda com imensos desafios a serem superados. Estes desafios são interpostos pelo mercado, pela sociedade, pela ação mobilizadora dos públicos de interesse e sobretudo pela própria maneira com que muitas organizações contemplam a comunicação.

O mercado se vê diante, cada vez com maior freqüência e intensidade, da síndrome do camaleão, ou seja muda de cor a cada momento, em virtude das circunstâncias, obrigando organizações e profissionais a deixarem repetidamente a sua zona de conforto, o que, convenhamos, tem um efeito pedagógico importante. Ao mesmo tempo se caracteriza pela concentração empresarial, derivada de fusões e aquisições ou do crescimento de alguns "players", favorecidos pela relação (nem sempre ética) com governos e a elite brasileira.

Podemos enumerar algumas situações: a) as farmacêuticas andam comprando os fabricantes de genéricos e sufocando a concorrência. O paciente acaba pagando a conta; b) Os 5 maiores bancos brasileiros já respondem por mais de 77% dos ativos e os 10 maiores por quase 90%. E os juros e as tarifas continuam abusivos; c) Governos sustentam montadoras, contemplando gestões perdulárias e incompetentes. E a poluição aumenta nas grandes cidades, matando milhares de pessoas anualmente; d) Empresas de biotecnologia transnacionais avançam sobre as empresas locais de forma predadora. E o país fica refém do monopólio das sementes.

A sociedade , com a participação expressiva dos movimentos sociais e de lideranças esclarecidas, toma consciência de seus direitos e deveres e cobra mudanças. O apagão ético e tecnológico da Telefônica mereceu amplo repúdio da opinião pública, absolutamente merecido. As ONGs de fachada (e como elas proliferam nesse país!) são retiradas de dentro dos armários e mostram a cara. Com isso algumas empresas públicas, que as subsidiam, acabam aparecendo no reflexo do espelho e ganham manchetes desfavoráveis na mídia. Aumenta a vigilância sobre a gestão da coisa pública e alguns bigodes ilustres migram das páginas de política e cultura (alguns ex-presidentes são imortais de Academias sem terem publicado livros ou sem terem leitores para aqueles que ousaram publicar) para as páginas policiais.

Os públicos de interesse assumem cada vez mais o papel de parceiros (e patrulheiros) das organizações e cobram coerência entre o discurso e a realidade. Cai a máscara do marketing verde e aumenta a desconfiança e a irritação contra as tentativas repetidas de limpeza de imagem de organizações irresponsáveis socialmente. Além disso, esses públicos exigem atenção especial, requerem canais de relacionamento competentes e cobram reciprocidade. Clamam por respostas precisas e rápidas e dispensam promessas vazias que não são acompanhadas dos respectivos projetos de implementação., Os RIMs (Relatórios de Impacto) - ambiental, social, econômico são cada vez mais obrigatórios.

A evolução acelerada das tecnologias , o fato de as pessoas e grupos terem ganho voz e estarem organizados em redes sociais eficazes acabam provocando mudanças profundas no relacionamento com as organizações. Mas elas, em sua maioria, continuam lentas, não democráticas, imaginando que o seu passado pode respaldar o seu presente e futuro.

Embora este artigo não tenha fôlego para examinar em detalhe alguns dos desafios (e são muitos) para a comunicação empresarial brasileira, podemos alinhar pelo menos 12 deles:

1) A comunicação empresarial brasileira não pratica efetivamente a segmentação de públicos e canais e defende a tese equivocadíssima de que " tudo que cai na rede é peixe";
2) A comunicação empresarial brasileira não assume uma perspectiva crítica, acreditando mais em versões do que em fatos. Ela se caracteriza pela obsessão por autoelogios e pela multiplicação desordenada de "cases de sucesso", muitos deles meros exercícios de hipocrisia e mentira empresariais;
3) A comunicação empresarial brasileira confunde terrenos e praias distantes como a distinção obrigatória entre espaço editorial e espaço publicitário dos jornais e ignora a complexidade dos processos, simplificando-os inadvertidamente;
4) A comunicação empresarial proclama-se descontraída e democrática com os públicos externos mas permanece autoritária em relação aos públicos internos, com práticas abusivas de assédio moral, desestímulo à divergência, recusa em aceitar o funcionário como protagonista e assim por diante;
5) A comunicação empresarial brasileira não leva a fundo os conceitos, desconstruindo-os ao longo do tempo. Isso vale para os conceitos de responsabilidade social, sustentabilidade, comunicação estratégica e comunicação integra, entre outros;
6) A comunicação empresarial tem boca grande e ouvidos pequenos, isto é, está mais propensa a falar do que a ouvir, sintoma da arrogância de algumas organizações de grande porte que, respaldadas em seu poderio econômico, tentam fazer prevalecer as suas posições e mentiras com campanhas milionárias de publicidade;
7) A comunicação empresarial brasileira defende a tese de que as redes sociais são espaço para propaganda e/ou manipulação e não as contempla como ambientes inovadores de interação. Muitas organizações estão na rede para descobrir e neutralizar adversários e não, para fazer amigos;
8) A comunicação empresarial brasileira insiste em confundir visibilidade com transparência e concebe blogs corporativos para parecer o que não é e não pretende efetivamente ser;
9) A comunicação empresarial brasileira alimenta "botos organizacionais" - a Rádio Peão, "Eles lá em cima" etc- e os torna bode expiatórios de suas mazelas, mascarando incompetências de gestão;
10) A comunicação empresarial brasileira privilegia muitas vezes a piroctenia (a forma) em detrimento do conteúdo e fica, como a mariposa, seduzida pelo brilho da lâmpada tecnológica;
11) A comunicação pública brasileira vem sendo gradativamente privatizada, com a destruição de equipes de comunicação que têm como função a preservação das identidades organizacionais. Troca trabalhos e processos permanentes por Jobs desenvolvidos por agências e assessorias externas, contratadas para atender a caprichos e interesses de dirigentes com ambições pessoais e políticas;
12) A comunicação empresarial brasileira não se respalda em políticas de comunicação efetivamente pactuadas com seus públicos de interesse, continua "tarefeira" e não estratégica.

Evidentemente, há muitas exceções neste cenário, com o surgimento de agências competentes (uma delas , com poucos profissionais, enfrenta problemas que a Petrobras, com mais de 1.100 profissionais de comunicação, é incapaz de resolver), gestores capacitados e ações e estratégias inovadoras. Mas as exceções, como diz o ditado, apenas confirmam a regra.

É preciso, para que os desafios sejam efetivamente vencidos, que a comunicação empresarial brasileira esteja colada a uma cultura de gestão democrática, ética, que privilegie a liberdade de expressão, o respeito às idéias contrárias, e que assuma um compromisso com o interesse público.

Por enquanto, com as exceções de praxe, ela "badala", empenha-se para ganhar prêmios e troféus (todo mundo acaba tendo um e o processo anda vulgarizado), em beijar a mão de empresários com um ego formidável e neurônios pouco ativos e um autoritarismo e arrogância de dar dó.

As mudanças virão com o tempo e com as pressões contínuas do mercado, da sociedade e dos públicos de interesse em particular. Até lá, o cenário continuará sendo sombrio, apesar das insistentes tentativas de transformar a comunicação empresarial num território cor-de-rosa, com muita pompa e brilho, do tipo "engana que eu gosto". Comunicadores mais críticos poderão acelerar o processo, mas eles andam em falta no mercado, calados com medo de perder empregos e clientes.

Em tempo 1) Chegamos ao centésimo artigo publicado no Portal Imprensa e é mesmo motivo para comemorar e agradecer aos colegas que têm permitido aqui o exercício do espírito crítico. Que as organizações possam aprender com o Portal Imprensa a importância de se respeitar o debate e a liberdade de expressão.

Em tempo 2) As escolas de comunicação têm um papel importante a desempenhar na mudança deste cenário pouco favorável. Mas, para isso, precisam também privilegiar a educação crítica, cidadã, comprometida com o desenvolvimento pessoal, profissional e a qualidade de vida.

Vamos em frente. Como diz o filósofo José Simão, quem fica parado é poste!

* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação.

Fonte: Portal Imprensa

Consulta Pública sobre alterações nas grades curriculares

Colegas

Está em tramite uma consulta publica sobre alteracoes nas grades curriculares, e no caso de RP, inclusive da nomenclatura do Curso, junto ao MEC.

Para dar sua opiniao, recorra ao link (repassado gentilmente pelo colega Aislam Grecca)

http://portal.mec.gov.br/formularios/sistema_integrado/index.php/formulario-contribuicoes-aos-referenciais-nacionais-de-graduacao-ciencias-biologicas-e-da-saude

Este tema vale discussao entre seus colegas de profissão ou entre seus colegas de classe.

Abaixo, consta texto elaborado pela Profa.Margarida Kunsch sobre o tema.
Para refletir e opinar no formulario comentado acima.


Rodrigo Cogo


Novas Referências Nacionais dos Cursos de Graduação em Comunicação Social em debate no MEC


Margarida M. Krohling Kunsch


O Ministério de Educação, por meio da Secretaria de Educação Superior – SESu, sob a coordenação geral do Prof. Dr. Paulo Roberto Wollinger, Diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior, e com a participação de especialistas das áreas de conhecimento, iniciou, no ano corrente, a construção dos Referenciais Nacionais dos Cursos de Graduação (Bachalerado e Licenciatura).

A proposta do MEC é acabar com as “habilitações”, transformando-as em “cursos” e reduzir o número excessivo das nomenclaturas vigentes para terminologias específicas dos cursos existentes. Assim, por exemplo, a Comunicação Social é a grande área de conhecimento e as respectivas habilitações ora vigentes se converteriam em cursos.

Para tanto, foram realizados, ao longo deste ano, encontros com especialistas para a elaboração dos memoriais descritivos de cada um dos cursos de graduação.Iniciou-se com as áreas de “Engenharia”, “Ciências Exatas e da Terra”, “Ciências Biológicas e da Saúde”, “Transporte e Logística”, “Turismo, Gastronomia e Hotelaria” e “Informática”. No momento está em discussão a área de “Ciências Humanas e Sociais”.

Em cada encontro, após a apresentação dos participantes, solicitou-se aos especialistas convidados a análise da pertinência de manutenção, compilação e/ou supressão das diversas nomenclaturas dos cursos vigentes. Esses especialistas foram responsáveis pela elaboração dos memoriais descritivos, que deviam conter: o que faz o egresso do curso, os temas a serem estudados no período de sua formação, as áreas de atuação, bem como a infraestrutura necessária à oferta dos diferentes cursos.

De 13 a 14 de agosto de 2009, foi realizado, em Curitiba (PR) o encontro referente às “Ciências Humanas e Sociais”. A área da Comunicação Social esteve representada por professores e especialistas dos cursos de Cinema e Audiovisual, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Radialismo, e Relações Públicas, que elaboraram os respectivos memoriais descritivos. O trabalho dos especialistas da área de Comunicação Social reunidos no encontro resultou na elaboração dos memoriais descritivos de cada curso que destacassem os seguintes itens:

1. Perfil do egresso
2. Temas gerais e específicos de sua formação
3. Área de atuação
4. Legislação
5. Infraestrutura-Laboratórios

Esses documentos encontram-se disponíveis no site do MEC e estão abertos para novas proposições e ajustes até o dia 16 de outubro próximo. É fundamental que nossa comunidade participe desse processo de consultas e envie sugestões.

Ressalte-se que não se trata de novas “diretrizes” para os cursos de gradução, mas sim de “referências”. A elaboração das diretrizes se dará em uma etapa posterior.


Referências do Curso de Graduação em Comunicação Organizacional e Relações Públicas
(Bacharelado)

Carga horária: 2.700 horas-aula

1. Perfil do egresso
O profissional de comunicação organizacional e Relações Públicas atua em pesquisa, planejamento, gestão e avaliação da comunicação nas organizações públicas, privadas e do terceiro setor. No exercício profissional ele desempenha funções administrativa, estratégica, mediadora e política. Ele desenvolve trabalhos de pesquisa de opinião, de reputação e imagem e monitoramento do ambiente organizacional interno e externo para análise e avaliação de cenário e construção de diagnósticos situacionais. Ele atua na elaboração de políticas, planejamento estratégico, planos, projetos e programas específicos de comunicação para as diversas organizações, grupos e movimentos da sociedade civil.

No desempenho das suas funções, o profissional planeja e desenvolve programas e instrumentos para a comunicação interna; atua diretamente na gestão do relacionamento das organizações com seus públicos; planeja e organiza eventos de diferentes naturezas; promove ações para a construção da imagem e identidade das organizações; administra conflitos, crises e a comunicação de risco; coordena e produz instrumentos de comunicação com fins institucionais em diferentes formatos e suportes - impressos, digitais, audio-visuais e outros.

2. Temas abordados na formação
Gerais: Teorias da Comunicação, História da Comunicação, Estudos de Mídia, Ética e Deontologia da Comunicação, Pesquisa em Comunicação, Tecnologias da Comunicação, Redes Interativas, Políticas de Comunicação, Estudos da Linguagem, Humanidades e Ciências Sociais, Responsabilidade Social, Gestão e Empreendedorismo, Expressão oral e escrita.

Específicos: Teorias e história das relações públicas; teorias da comunicação organizacional; teorias da opinião pública; comunicação pública; responsabilidade social e sustentabilidade; comunicação política; pesquisas de opinião pública; auditoria da comunicação organizacional; marketing; planejamento da comunicação; comunicação digital; produção de midias impressas, audiovisuais, digitais; comunicação estratégica com públicos específicos; web comunicação: portais corporativos, governamentais e comunitários e redes sociais; organização de eventos e cerimonial; imagem e identidade e reputação institucional; comunicação no terceiro setor; relações públicas internacionais; assessoria de comunicação; gestão da comunicação; avaliação e mensuração de programas de comunicação; construção de sentido no discurso organizacional;

3. Áreas de atuação
O profissional de comunicação organizacional e relações públicas está apto a atuar nas áreas de comunicação das organizações públicas, privadas e do terceiro setor, fazendo assessoria, consultoria, divulgação, cerimonial e eventos, planejamento, pesquisas, análises e elaborando instrumentos de comunicação, ensino e treinamento.Na iniciativa privada ele pode atuar nas empresas prestadoras de serviço.

Fonte: Por Rodrigo Cogo postado nas listas de discussões dos grupos de RP

2 de set. de 2009

A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Confecom: os novos paradigmas.

Patrícia Cornils


A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que será realizada em dezembro, tem uma importância histórica porque o Brasil jamais fez um debate público sobre sua política de comunicação. Os diferentes segmentos da sociedade e mesmo os partidos políticos demoraram muito a dar a merecida importância a este tema, embora os meios de comunicação social tenham fundamental importância na vida do país e no desenvolvimento da democracia. De outro lado, os empresários da comunicação, os donos de jornais, revistas, rádios e TVs sempre se opuseram a este debate, temerosos de que a definição de uma política de comunicação social venha interferir nos seus negócios e na “liberdade de imprensa”.

O movimento pela democratização da comunicação existe pelo menos desde a Constituinte de 1988. Depois da Constituinte, e até como resultado dela, alguns segmentos organizaram o Fórum Nacional da Democratização da Comunicação (FNDC). A partir daí se estabeleceu um debate sobre o tema. Mas, como lembra o jornalista Marcos Dantas, professor do Departamento de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, trata-se de um debate difícil. Mesmo nos meios acadêmicos, ele praticamente não existe. Há, em todo o país, professores e pesquisadores que debatem essa questão isoladamente, sem uma institucionalidade. Durante muito tempo, a discussão ficou restrita a sindicatos de jornalistas e algumas entidades da área. Além disso, os meios de comunicação não pautam essa discussão, e tudo o que se discute na sociedade é pautado por eles. Daí a importância de o governo ter convocado a Confecom, cuja organização tem envolvido muita polêmica. Nesta entrevista, Dantas, um estudioso do papel dos meios de comunicação e de sua influência social, traça um panorama histórico da comunicação no Brasil e discute como será o futuro.

cont...

Fonte: A Rede

1 de set. de 2009

5º Congresso Internacional de Relações Públicas - América Latina

22 e 23 de outubro de 2009 na Universidad Santo Tomás, Talca - Chile.

mais informações: info@relacionespublicas.org.ar

Fonte:Consejo Profesional de Relaciones Públicas de La Provincia de Buenos Aires

10° Encontro ABRP Comunicação Digital

O evento é destinado aos profissionais do setor, professores, pesquisadores e estudantes de comunicação e áreas relacionadas.

O 10° Encontro ABRP Comunicação Digital acontece no dia 12 de setembro, das 9h às 13h, no auditório da Fecap. O encontro reforça a importância da comunicação digital para as Relações Públicas e a comunicação como um todo. O debate pretende abordar as principais vertentes da Comunicação Digital, discutir as tecnologias, processos, ações e estratégias de relacionamento das organizações com seus públicos.

O programa Encontros ABRP promove o diálogo entre estudantes, profissionais e acadêmicos, refletindo sobre os desafios e as dinâmicas da área de comunicação, buscando o debate por meio das tendências e dos exemplos que as melhores práticas do mercado podem apresentar. A ampla participação do público é estimulada a cada Encontro.

Neste, em especial, o intuito é contextualizar o público sobre como organizar a comunicação corporativa em ambientes (ou redes sociais) digitais, e os cuidados ao usar estrategicamente essas ferramentas.


O 10° Encontro reúne os especialistas convidados:

André de Abreu

Consultor e especialista em jornalismo multimídia, comunicação digital e corporativa

Beth Saad

Pesquisadora e Livre-docente da USP, estrategista em mídias, comunicação e jornalismo digital

Carolina Terra

Diretora de Mídias Sociais da Agência Ideal, doutoranda e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação pela USP

Eduardo Vasques

Redator da TV1 RP, agência de Relações Públicas do Grupo TV1 e Coordenador do GT Relações Públicas Digitais, da Abracom.

Marcelo Coutinho

Consultor de análise de mercado do IBOPE Inteligência e professor de pós-graduação da FGV

Investimento:

Estudantes

Registrados: R$ 40,00

Não Registrados: R$ 80,00

Profissionais

Registrados: R$ 75,00

Não Registrados: R$ 150,00

Para mais informações e inscrição:
Tel: (11) 5589-2632 / 5587-1161

abrpsp@abrpsp.org.br


Serviço

10° Encontro ABRP – Comunicação Digital

Data: 12/09/2009 das 09h às 13h

Local: Fecap – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado

Av. Liberdade, 532, Liberdade, São Paulo/SP


Fonte: ABRP

Inscrições abertas POP 2009



O Prêmio



O Prêmio Nacional de Relações Públicas foi criado pelo Conrerp 2ª Região - SP/PR em 1979, tendo sua primeira edição oficial no ano de 1980, então denominado “Prêmio Opinião Pública” – daí sua sigla “POP”, como é carinhosamente conhecido até hoje.

Nestes 29 anos de premiações, o POP contemplou cerca de 250 cases em diversas categorias.

Em 2005 passou a se chamar “Prêmio Nacional de Opinião Pública” e, finalmente em sua 28° edição, em 2008, o POP apresentou-se perante a comunidade de profissionais de comunicação com nova nomenclatura - um nome que além de melhor defini-lo o caracteriza de forma total e abrangente – PRÊMIO NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS.

Em 2009, em sua 29ª edição, o POP resgata seu formato nacional em edição única, reunindo todos os profissionais do País no maior evento de premiação da categoria.

Além dos prêmios para as melhores práticas profissionais de Relações Públicas, distribuídas agora em oito categorias, o POP resgata também o Troféu Abertura, que promove e incentiva os jovens profissionais em sua transição da academia para o mercado.

As alterações que se encontram no Regulamento POP 2009, descritas nesta publicação, apresentam a nova composição de categorias – agora com nomenclaturas que refletem melhor a nova dinâmica global do mercado. Um exemplo é a categoria que agora converge responsabilidade social e ambiental como instrumentos para se atingir a sustentabilidade, aqui chamada de “Relações Públicas e Sustentabilidade: Responsabilidade Social e Ambiental”.

Além de premiar profissionais, organizações e agências, o POP 2009 preserva também sua tradição de prestar homenagens àqueles que contribuíram e ainda contribuem com o desenvolvimento das Relações Públicas em âmbito nacional.

Assim, convidamos os profissionais de todo o País a inscreverem seus cases para participar da premiação dos 29 anos do POP e concorrer a esta relevante distinção nas Relações Públicas no Brasil.

Fonte: Conrerp 2ª Região SP/PR

24 de jul. de 2009

Uniso promove o 3° Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultura

O encontro contará com palestras, mesas temáticas, apresentação e discussão de pesquisas e reflexões da área



A Universidade de Sorocaba (Uniso) realiza, de 21 a 23 de outubro o 3° Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultura. O encontro é promovido pelo Programa de Mestrado em Comunicação e Cultura e pretende reunir mestres e doutores, mestrandos e doutorandos que irão apresentar e discutir as pesquisas e reflexões na área da comunicação e da cultura.
As inscrições vão até dia 9 de agosto.

O interessado deve enviar a proposta de comunicação para o Encontro preenchendo a ficha cadastral no site http://www.uniso.br/hs/encontrocomunicacao/



Para mais informações:
Universidade de Sorocaba – Uniso
Endereço: Avenida Dr. Eugênio Salerno, 100/140, Sorocaba (SP)
Tel: (15) 2101-4021
Site: www.uniso.br
Email: comunicacao.cultura@uniso.br



Fonte: Uniso

CONRERP 2ª Região e ABRP-SP realizam dabate na ECA-USP

Profissionais da área discutem o tema “A decisão do STF sobre o diploma de Jornalismo e seus possíveis reflexos na profissão de Relações Públicas”



O CONRERP 2ª Região e a ABRP-SP realizam no dia 28 de julho uma importante discussão sobre uma das questões mais polêmicas atualmente entre os profissionais de Relações Públicas e de Comunicação em geral: a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) referente ao diploma de Jornalismo pode afetar de alguma forma a formação acadêmica e a regulamentação de Relações Públicas?


Debatedores:

Elaine Lina de Oliveira – presidente do Conrerp 2ª Região, SP/PR


Luiz Alberto de Farias – presidente da ABRP-SP


Luis Carlos Massoco – presidente da Comissão de Direito na Sociedade da
Informação da OAB-SP



Flávio Schimidt - fundador-presidente do grupo e do portal Universo RP

Carlos Carvalho – diretor executivo da Abracom e membro do Sindicato Nacional
das Empresas de Comunicação Social (Sinco)


Sobre o evento:

Debate Público: “A decisão do STF sobre o diploma de Jornalismo e seus possíveis reflexos na profissão de Relações Públicas”

Data: 28 de julho de 2009 (terça-feira)
Horário: 19h30
Local: Auditório do CRP - ECA/USP
Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 433, Prédio 3 (CRP) – sala 03 - Cidade Universitária, São Paulo/SP

Inscrições gratuitas - Vagas limitadas

Confirmação de presença: Tels.: (11) 3872-4020 / 0800.167.853
ou pelo e-mail marianne@conrerp2.org.br (Marianne Moraes)

fonte: Conrerp 2ª Região SP/PR