19 de ago. de 2008

Campanha “Profissional Legal”

Prezado profissional,

O Conrerp 2ª Região finalizou a primeira fase da sondagem que pretendeu, por meio de uma consulta direta ao mercado, conhecer a realidade do campo profissional de Relações Públicas. Quando concluída, esta sondagem será de suma importância para toda a categoria profissional e, portanto, para este Conselho, pois permitirá conhecer afinal qual a amplitude real de atividade dos profissionais de relações públicas no mercado de comunicação atualmente, diluindo suposições pessimistas constantemente divulgadas pela mídia. Também a partir desta campanha, o Conrerp 2ª região pretende aproximar-se mais dos relações públicas paulistas e paranaenses, uma vez que terá melhor conhecimento de onde estão atuando, e saber quais suas expectativas e demandas em relação ao Conrerp – quando poderá então agir adequadamente.

A sondagem foi iniciada no mês de maio, quando solicitamos às agências registradas neste Regional que nos informassem quantos e quem eram seus profissionais de Relações Públicas – colaboradores diretos e/ou prestadores de serviços.

Ao final da primeira fase desta pesquisa detectamos que, por alguma razão que desconhecemos – mesmo tratando-se de agências já regularmente registradas no Conrerp -, ainda há profissionais que não são registrados no Conselho.

Como nossa intenção é ter os profissionais ao nosso lado, somando forças com o Conrerp, lançamos a campanha “Profissional Legal”, que tem o intuito de facilitar a entrada destes profissionais no Conselho, oferecendo condições especiais de quitação das taxas obrigatórias, dentro do que permite a legislação.

A campanha “Profissional Legal” vai até o dia 31 de agosto, período em que os profissionais de Relações Públicas que exercem suas atividades na 2ª região (São Paulo/Paraná) poderão efetuar seus registros profissionais da seguinte forma:

Taxas:
Taxa do Registro Definitivo: R$ 75,00
Primeira via da Carteira de Identidade Profissional: R$ 15,00
Prazo para pagamento: À vista

Anuidade:Definitivo proporcional ao mês de Agosto: R$120,00
Provisório proporcional ao mês de Agosto: R$60,00
Prazo normal para pagamento: À vista.
Prazo promocional para pagamento: 30 DIAS.

Lembramos que as condições acima são promocionais e válidas apenas para registros solicitados até o dia 31 de agosto, período em que esperamos poder contar com a sua preciosa colaboração na divulgação desta oportunidade a todos os seus colegas de profissão.

O Conrerp também se coloca inteiramente à disposição para consultas sobre condições de parcelamento de valores e anuidades pendentes.

Para mais informações contate-nos:Telefones: (11) 3872-4020 ou 0800-167-853
Email: deborah@conrerp2.org.br, aos cuidados de Deborah Roque
Ou ainda pelo canal “Fale Conosco”, no www.conrerp2.org.br


CONRERP 2ª Região - Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas – SP/PR
Rua Monte Alegre, 212, cj. 61 – Perdizes – CEP: 05014-000 - São Paulo / SP
Fones: (11) 3872-4020 / 3801-2450 / 0800 167 853 - Fax: (11) 3672-9332
www.conrerp2.org.br

11 de ago. de 2008

ABERJE divulga estudo sobre as políticas salariais em Comunicação

Os resultados do 1o. Estudo de Remuneração da
área de Comunicação Organizacional mostram que um
profissional no cargo de Gerência recebe
mensalmente entre R$ 10.600,00 e R$ 14.800,00,
além dos benefícios. Já um Coordenador na área
fica num patamar entre R$ 5.800,00 e R$ 8.800,00
por mês. Se for Analista de Comunicação, em nível
pleno, o salário situa-se na faixa de R$
3.800,00. O estudo foi realizado pela ABERJE ­
reunindo as Associações Brasileiras de
Comunicação Empresarial, de Branding e de
Comunicação Organizacional ­ e pela DMR
Consulting, junto a um painel de empresas
representativas associadas à entidade, no final
do primeiro semestre de 2008. Além dos salários
mensais, os profissionais da área de comunicação
receberam, como bônus ou Participação nos Lucros
e Resultados, valores que variaram entre 1,6 e 4,1 salários na média.

A experiência não é nova. As duas organizações já
haviam estabelecido uma parceria em 2007 para a
realização de um levantamento preliminar. Na
ocasião, segundo relata o administrador Carlos
Alberto Ramello, diretor da DMR, informações
disponíveis no banco de dados da consultoria,
compuseram um mapeamento inicial, disponível
ainda no site da entidade clique link acima.
Os executivos em 77% das empresas participantes
têm automóvel concedido pela empresa, com troca a
cada três anos, enquanto que, independente do
cargo, em 83% das empresas há plano de
assistência odontológica, em 94% estão cobertos
por plano de previdência privada, e em 90%
recebem subsídio de 70% para a educação regular
(curso superior, MBA e outras opções em
pós-graduação) e de 60% para a realização de
curso de idiomas. Os valores pagos aos
estagiários dependem do ano do universitário, mas
varia entre um mínimo de R$ 4,28 e um máximo de
R$ 9,35 por hora, com uma carga aproximada de 168 horas/mês de atividades.

27 de jul. de 2008

ABERJE promove Comitê de Sustentabilidade

Baseada na importância do tema a ABERJE realiza no dia 07 de agosto o Comitê de Sustentabilidade. Participarão do encontro Walter De Simoni, Presidente da Anglo American e Jean Philippe Leroy, Diretor do Departamento de Relações com o Mercado do Bradesco.


O evento, exclusivo para associados, será realizado, das 08h30 às 11h30, no Reserva Cultural – Av. Paulista, 900, Térreo Baixo, Sala 01. Os interessados podem entrar em contato com Emily pelo telefone (11) 3662 3990 ou pelo e-mail emily@aberje.com.br.

A sustentabilidade resulta e se reflete nas atitudes das pessoas e das organizações e está diretamente ligada à sobrevivência do planeta. Para uma ação ser sustentável ela deve envolver quatro requisitos básicos: ser ecologicamente correta; economicamente viável; socialmente justa; e culturalmente aceita, de maneira a prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido.

Sustentabilidade é o ponto de intersecção entre as estratégias de negócios de uma empresa e os interesses de toda a sociedade. O desafio é transformar conhecimento em ações que efetivamente vão contribuir, sem enganos, para a inserção das práticas de sustentabilidade nas estratégias de negócio das corporações. O tema é urgente, inescapável para quem trabalha em empresas.

Fonte: Aberje

8 de jul. de 2008

Sustentabilidade e Comunicação de Marketing

Por Álvaro Esteves*

A palavra sustentabilidade está correndo sério perigo de se tornar tão "irritante" quanto parceria, sinergia, paradigma, focado, qualidade e muitas outras que se desgastaram com o uso excessivo, nos últimos anos. Ela é hoje bola da vez como "mantra" no universo das empresas. As razões são óbvias. Estamos vivendo de fato um momento extremamente crítico na nossa civilização, tanto sob o ponto de vista de ameaças ambientais quanto de inadiáveis questões sociais, e é ampla a difusão dessas informações entre as pessoas que compõem o universo corporativo. O que é muito triste, neste caso, é que a palavra sustentabilidade está sendo usada, muitas vezes, de forma bastante indevida. Pior: em muitas situações em que o entusiasmo (em querer fazer alguma coisa) se mistura ao desconhecimento, seu uso pode soar como oportunista para ouvidos cada vez mais severos com este tipo de tema, no "outro lado do balcão".

O fato é que a sustentabilidade está por trás de uma mudança urgente que todas as organizações precisam empreender ou aprofundar. Trata-se de sair de um modelo linear para um modelo circular na produção e na lógica dos negócios. Precisamos, sim, abandonar um sistema tipo "pega- faz-descarta", em que a seqüência - linear - é extrair recursos da terra, transformá-los em produtos para serem entregues a consumidores no menor tempo possível, descarregando os refugos que o sistema gera de volta à natureza, seja no ar, no solo, ou nas águas.

Quando se fala em sustentabilidade está se falando em uma alternativa de sistema que poderíamos denominar de "pega emprestado-usa-devolve", em que a seqüência é circular e envolve a utilização de matérias-primas, energia e processos de produção benignos, que continuamente recirculam materiais aproveitáveis como insumo para outros ciclos produtivos, ou então os devolvem à natureza, devidamente regenerados, onde possam ser nutrientes de outros processos vitais. Está também implícita, no modelo circular, a necessidade de se levar em conta, além desta visão ambiental, os impactos sociais de cada etapa das atividades produtivas, até o seu consumo e seu descarte.

Quando dirigimos este mesmo olhar para o universo da Comunicação de Marketing, enxergamos também a necessidade de grandes mudanças na lógica predominante. Precisamos igualmente rever nosso atávico modelo linear: criação da mensagem - produção da mensagem (nem sempre sustentável) - veiculação da mensagem (broadcast ou direta) - ação do consumidor. A figura abaixo tenta ilustrar uma possibilidade de alinhamento deste processo a um modelo circular, que talvez possamos, enfim, começar a associar à palavra sustentabilidade:

Nessa visão, temos oportunidades em todo o caminho. Primeiro na criação da mensagem. Não vemos aqui um cerceamento à criatividade nem a necessidade de se ter uma comunicação xiita ou "babaca". Muito ao contrário, vemos, sim, muitas oportunidades de se pensar "fora da caixa", certos de que, para diferenciar um produto de seu concorrente não é necessário apelar para situações preconceituosas ou estimular comportamentos não sustentáveis.

As sempre infindáveis possibilidades do processo criativo podem gerar idéias e situações que tragam alguma contribuição positiva, sem deixar de atender a suas finalidades. As marcas vão agradecer, logo, logo. Um relatório do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) sintetiza: "A sociedade, agora, tem uma nova escala de preocupações; e as empresas passam a ter necessidade de um novo tipo de mensagens".

Depois, há os processos de produção. No lado do cinema publicitário, há "n" chances de alinhamento: elenco, locações, postura diante do uso de energia, materiais cenográficos e de consumo recicláveis, etc. No lado gráfico, idêntico raciocínio com relação a papel, energia, brindes com caráter social ou ambiental, comércio justo, etc. O mesmo se aplica às mídias, assumindo estas uma postura de respeito ao meio ambiente e ao consumidor, trazendo ainda contribuições ao tecido social onde atua.

Um último aspecto é o relacionado com os canais de diálogo não só com o consumidor, mas também com outros públicos afetados pelos produtos e pelas ações de comunicação. A nosso ver, esta é a porta da inovação da qual tanto carecemos. As organizações fechadas na zona de conforto de seu sucesso imediato precisam - e muito - ouvir continuamente esses públicos de forma a desenvolver seu senso de propósito, sua habilidade de aprender e sua capacidade de responder a mudanças. Em suma, aquilo que garantirá sua competitividade ao longo do tempo. A comunicação de marketing, a serviço deste objetivo e com o novo olhar de que falamos, poderá então usar o termo "sustentável" livremente, tendo o respeito e o reconhecimento de todos.


* Álvaro Esteves é diretor da Ekobé - Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa e autor dos livros "Uma Questão de Tempo" (Ed. Objetiva) e "O Gerente Animador" (Ed. Livro Técnico).

Fonte:(Envolverde/Instituto Ethos)

7 de jul. de 2008

1° Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade

Envolverde vai realizar o 1° Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade

Durante três dias, em outubro de 2008, jornalistas e profissionais de comunicação do Brasil e de diversos países da América Latina, vão se reunir em São Paulo para debater modelos de comunicação pela sustentabilidade tendo como ponto focal três temas: Água, Amazônia e Energia. A idéia é mostrar como estes temas estão presentes na mídia, qual sua relevância em relação ao modelo de desenvolvimento da região e o que significa a vertente “sustentabilidade” sobre estes temas.

Este primeiro encontro regional é uma iniciativa da Envolverde, que em 2005 realizou o 1° Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e vem trabalhando para tornar mais abrangentes as pautas de sustentabilidade presentes na mídia brasileira e regional. Um dos apoios mais importantes para este evento vem do Projeto Terramérica, desenvolvido pela agência Inter Press Service (IPS) e pelos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e Para o Desenvolvimento (Pnud), que atua com comunicação e desenvolvimento sustententável na região desde 1995, quando circulou a primeira edição do Terramérica, focada em biodiversidade.

Este encontro terá como curadores os jornalistas Adalberto Wodianer Marcondes (Dal Marcondes), Fátima Cardoso e Luciano Martins, que estão trabalhando desde o final de 2007 na construção conceitual e na estruturação das mesas para o encontro. O evento já conta com o patrocínio da Tetrapak, da Petrobras e da Fundação Banco do Brasil.

O Encontro vai acontecer nos dias 16, 17 e 18 de outubro no Hotel Jaraguá, no Centro de São Paulo, e deverá ter um palestrante especial e três mesas de debates por dia. O público para este encontro será formado principalmente por profissionais de comunicação ligados a mídias e a assessorias de imprensa independentes e corporativas de ongs, governos e empresas. Também será reservada uma cota de lugares para estudantes de comunicação em todas as suas modalidades. O evento está formatado para receber 300 pessoas na platéia e cerca de 30 palestrantes.

Além das mesas de debates o 1° Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade terá uma exposição de Tecnologias e Modelos para a Sustentabilidade, onde empresas e ONGs poderão mostrar o que vêm realizando nesta área.

Para a Envolverde a realização deste encontro é seguir em sua missão “Jornalismo pela Sustentabilidade”, buscando ampliar o debate sobre o tema e apoiar jornalistas, assessores de imprensa e publicitários em sua busca por novas pautas, que reflitam o momento de transição pelo qual passa a sociedade, a economia e a mídia em relação à sustentabilidade.

Mais Informações
Milene Gonçalves – milene@envolverde.com.br
Ana Maria Vasconcellos – anamaria@envolverde.com.br


Fonte:(Agência Envolverde)