27 de set. de 2008

GUIA DAS PROFISSÕES FOLHA DE S. PAULO CLASSIFICA A CARREIRA DE RP COMO UMA DAS 10 MAIS PROMISSORAS

São Paulo, domingo, 21 de setembro de 2008

RELAÇÕES PÚBLICAS

Profissional cuida da reputação das empresas. Função tornou-se mais estratégica e valorizada nos últimos anos

As relações públicas são como uma cesta básica, tão importante quanto feijão e arroz, para o país, as empresas e as pessoas. Quem "vende essa idéia" -no jargão da área- é Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

O profissional que coordena essa área responde pela comunicação interna com os funcionários da empresa, assessoria à imprensa e busca de políticas de integração com todos os outros públicos que se relacionam com a instituição.

As maiores empresas instaladas no Brasil incorporaram essa "cesta básica" em seu quadro estratégico de uns anos para cá, aumentando as contratações e os salários do setor.

Segundo pesquisa inédita feita pela Aberje com essas empresas, analistas de comunicação ganham em média por mês R$ 2.800 -enquanto o salário de diretores da área costuma superar os R$ 30 mil mensais.

"Quem cuida da comunicação organizacional é responsável pela gestão da imagem e da reputação da empresa. E isso hoje é irreversível. Esse boom não é só uma tendência de moda", diz a professora de comunicação empresarial da ESPM, Isolda Cremonine.

Graduado em jornalismo, mestre e doutor em relações públicas pela USP, Nassar quer deixar claro que o que está em alta é todo o campo em que vários profissionais -inclusive os relações-públicas- atuam: o da comunicação de organizações.

Mas, para quem quiser pegar o bonde na frente, o curso de relações públicas facilita o ingresso no setor. "Quem faz o curso em nível de graduação já começa com uma vantagem competitiva, com sua formação no campo da atividade relacional. Quem não teve essa formação está procurando ter já num nível de pós-graduação", diz.

Formado em 2006, o paulistano Bruno Carramenha, 23, é exemplo dessa vantagem. Ele faz estágios desde o primeiro ano de faculdade e nunca esteve desempregado. Hoje trabalha na agência de relações públicas LVBA, que atende a empresas do porte de Nokia, Warner e Bayer. Ele afirma que a situação dos colegas também é boa. "Do meu grupo da faculdade, todos estão empregados."

Os estudantes costumam aprender noções de administração, psicologia social, marketing, opinião pública e recursos humanos -currículo que atraiu Milena Cândido, 18. Ela trocou artes cênicas por relações públicas. "Acho que terei mais oportunidades."

CRISTINA MORENO DE CASTRO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

SAIBA MAIS

LIVROS
"Tudo é Comunicação", Paulo Nassar
"Relações Públicas e Modernidade", Margarida Kunsch


FILMES
"Hancock" (2008)
"Mera Coincidência" (1997)


SITE
www.mundorp.com.br


CURSO: 4 anos


R$ 1.543 é o piso salarial, diz o sindicato dos relações-públicas de SP

+ profissional

"Curso traz facilidade para lidar com crises"

Elisa Prado, 46, não teve sorte ao se formar em relações públicas, há 25 anos: demorou um ano e meio para conseguir trabalhar em sua área, que era "fechada". Hoje dirige a comunicação da TetraPak na América Latina.

FOLHA - Como a sra. vê essa área nos próximos anos?
PRADO - Sinto que está desenvolvendo muito. Antes era muito menos estratégica e mais tática. Hoje está se tornando cada vez mais estratégica. Terá cada vez mais importância nas empresas.

FOLHA - Há alguma vantagem para quem se graduou em relações públicas?
PRADO - O curso traz facilidade para lidar com todas as questões que aparecem dentro da empresa e com gerenciamento de crises. Coisas que você não vai ter conhecimento se fizer publicidade ou jornalismo. Talvez esse seja o grande diferencial.

Pergunta vestibulanda

MILENA CÂNDIDO - Como é seu dia-a-dia?
PRADO - Leio pelo menos três jornais por dia. Como é uma empresa global, preciso estar sempre fora do país acompanhando projetos, coordenando equipes na América Latina. E, praticamente duas vezes por semana, vou a eventos.

31 de ago. de 2008

Encontro Latino Americano de Comunicação e Sustentabilidade

19 de ago. de 2008

Campanha “Profissional Legal”

Prezado profissional,

O Conrerp 2ª Região finalizou a primeira fase da sondagem que pretendeu, por meio de uma consulta direta ao mercado, conhecer a realidade do campo profissional de Relações Públicas. Quando concluída, esta sondagem será de suma importância para toda a categoria profissional e, portanto, para este Conselho, pois permitirá conhecer afinal qual a amplitude real de atividade dos profissionais de relações públicas no mercado de comunicação atualmente, diluindo suposições pessimistas constantemente divulgadas pela mídia. Também a partir desta campanha, o Conrerp 2ª região pretende aproximar-se mais dos relações públicas paulistas e paranaenses, uma vez que terá melhor conhecimento de onde estão atuando, e saber quais suas expectativas e demandas em relação ao Conrerp – quando poderá então agir adequadamente.

A sondagem foi iniciada no mês de maio, quando solicitamos às agências registradas neste Regional que nos informassem quantos e quem eram seus profissionais de Relações Públicas – colaboradores diretos e/ou prestadores de serviços.

Ao final da primeira fase desta pesquisa detectamos que, por alguma razão que desconhecemos – mesmo tratando-se de agências já regularmente registradas no Conrerp -, ainda há profissionais que não são registrados no Conselho.

Como nossa intenção é ter os profissionais ao nosso lado, somando forças com o Conrerp, lançamos a campanha “Profissional Legal”, que tem o intuito de facilitar a entrada destes profissionais no Conselho, oferecendo condições especiais de quitação das taxas obrigatórias, dentro do que permite a legislação.

A campanha “Profissional Legal” vai até o dia 31 de agosto, período em que os profissionais de Relações Públicas que exercem suas atividades na 2ª região (São Paulo/Paraná) poderão efetuar seus registros profissionais da seguinte forma:

Taxas:
Taxa do Registro Definitivo: R$ 75,00
Primeira via da Carteira de Identidade Profissional: R$ 15,00
Prazo para pagamento: À vista

Anuidade:Definitivo proporcional ao mês de Agosto: R$120,00
Provisório proporcional ao mês de Agosto: R$60,00
Prazo normal para pagamento: À vista.
Prazo promocional para pagamento: 30 DIAS.

Lembramos que as condições acima são promocionais e válidas apenas para registros solicitados até o dia 31 de agosto, período em que esperamos poder contar com a sua preciosa colaboração na divulgação desta oportunidade a todos os seus colegas de profissão.

O Conrerp também se coloca inteiramente à disposição para consultas sobre condições de parcelamento de valores e anuidades pendentes.

Para mais informações contate-nos:Telefones: (11) 3872-4020 ou 0800-167-853
Email: deborah@conrerp2.org.br, aos cuidados de Deborah Roque
Ou ainda pelo canal “Fale Conosco”, no www.conrerp2.org.br


CONRERP 2ª Região - Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas – SP/PR
Rua Monte Alegre, 212, cj. 61 – Perdizes – CEP: 05014-000 - São Paulo / SP
Fones: (11) 3872-4020 / 3801-2450 / 0800 167 853 - Fax: (11) 3672-9332
www.conrerp2.org.br

11 de ago. de 2008

ABERJE divulga estudo sobre as políticas salariais em Comunicação

Os resultados do 1o. Estudo de Remuneração da
área de Comunicação Organizacional mostram que um
profissional no cargo de Gerência recebe
mensalmente entre R$ 10.600,00 e R$ 14.800,00,
além dos benefícios. Já um Coordenador na área
fica num patamar entre R$ 5.800,00 e R$ 8.800,00
por mês. Se for Analista de Comunicação, em nível
pleno, o salário situa-se na faixa de R$
3.800,00. O estudo foi realizado pela ABERJE ­
reunindo as Associações Brasileiras de
Comunicação Empresarial, de Branding e de
Comunicação Organizacional ­ e pela DMR
Consulting, junto a um painel de empresas
representativas associadas à entidade, no final
do primeiro semestre de 2008. Além dos salários
mensais, os profissionais da área de comunicação
receberam, como bônus ou Participação nos Lucros
e Resultados, valores que variaram entre 1,6 e 4,1 salários na média.

A experiência não é nova. As duas organizações já
haviam estabelecido uma parceria em 2007 para a
realização de um levantamento preliminar. Na
ocasião, segundo relata o administrador Carlos
Alberto Ramello, diretor da DMR, informações
disponíveis no banco de dados da consultoria,
compuseram um mapeamento inicial, disponível
ainda no site da entidade clique link acima.
Os executivos em 77% das empresas participantes
têm automóvel concedido pela empresa, com troca a
cada três anos, enquanto que, independente do
cargo, em 83% das empresas há plano de
assistência odontológica, em 94% estão cobertos
por plano de previdência privada, e em 90%
recebem subsídio de 70% para a educação regular
(curso superior, MBA e outras opções em
pós-graduação) e de 60% para a realização de
curso de idiomas. Os valores pagos aos
estagiários dependem do ano do universitário, mas
varia entre um mínimo de R$ 4,28 e um máximo de
R$ 9,35 por hora, com uma carga aproximada de 168 horas/mês de atividades.

27 de jul. de 2008

ABERJE promove Comitê de Sustentabilidade

Baseada na importância do tema a ABERJE realiza no dia 07 de agosto o Comitê de Sustentabilidade. Participarão do encontro Walter De Simoni, Presidente da Anglo American e Jean Philippe Leroy, Diretor do Departamento de Relações com o Mercado do Bradesco.


O evento, exclusivo para associados, será realizado, das 08h30 às 11h30, no Reserva Cultural – Av. Paulista, 900, Térreo Baixo, Sala 01. Os interessados podem entrar em contato com Emily pelo telefone (11) 3662 3990 ou pelo e-mail emily@aberje.com.br.

A sustentabilidade resulta e se reflete nas atitudes das pessoas e das organizações e está diretamente ligada à sobrevivência do planeta. Para uma ação ser sustentável ela deve envolver quatro requisitos básicos: ser ecologicamente correta; economicamente viável; socialmente justa; e culturalmente aceita, de maneira a prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido.

Sustentabilidade é o ponto de intersecção entre as estratégias de negócios de uma empresa e os interesses de toda a sociedade. O desafio é transformar conhecimento em ações que efetivamente vão contribuir, sem enganos, para a inserção das práticas de sustentabilidade nas estratégias de negócio das corporações. O tema é urgente, inescapável para quem trabalha em empresas.

Fonte: Aberje