12 de abr. de 2009
9 de abr. de 2009
20 de mar. de 2009
A Importância do Networking
Se já era reconhecido como um poderoso instrumento para quem deseja recolocar-se, buscar novos desafios profissionais ou ascender no mercado de trabalho, o networking ganha ainda mais importância no atual contexto, de crise econômica. Explica-se: ter uma boa rede de contatos é fundamental para se manter no mercado de trabalho. Segundo levantamento feito pela DBM, maior consultoria de gestão do capital humano em momentos de transição, o networking é maior fonte de novos empregos para executivos. O estudo aponta que, em 2008, 77% dos executivos pesquisados pela DBM se recolocaram no mercado devido às suas redes de contatos. Em 2007, a taxa era de 72%.
"O networking é uma ferramenta válida tanto para quem deseja encontrar emprego em outra empresa quanto para quem deseja avançar na companhia na qual já trabalha", diz Carmelina Nickel, consultora da DBM e especialista no tema. "É por meio dele que somos indicados e que indicamos pessoas para oportunidades de trabalho", continua.
A consultora ressalta, no entanto, a importância de manter o networking não apenas nos momentos em que ele é necessário. "O objetivo do networking é criar vínculos de solidariedade entre as pessoas. Não adianta acionar as pessoas de relacionamento apenas quando precisa de ajuda. Deve existir uma relação de reciprocidade, ou seja, é equivocado procurar os conhecidos apenas por interesses utilitários. É necessário manter a rede de contatos viva o tempo inteiro", explica.
Para quem julga não contar com uma rede de contatos, a dica inicial é listar os nomes de todas as pessoas com quem se mantém vínculos diretos - a relação deve incluir amigos, parentes, ex-colegas de faculdade, professores e companheiros do trabalho. "Isso é importante porque é bastante comum que os profissionais esqueçam de fazer networking dentro nas companhias em que atuam. É um erro. Na medida em que há mais reestruturações, é essencial ser conhecido internamente. Não estamos falando de proteção ou de bairrismo, mas sim da importância de ter uma rede interna ativa para que a empresa não corra o risco de, num momento estratégico como este, perder um executivo competente, apenas porque ele não é conhecido por seus pares na mesma organização", diz Carmelina.
É fundamental também participar de encontros estratégicos dentro e fora da empresa. "Palestras, reuniões e conferências são ótimos meios de conhecer pessoas interessantes, assim como eventos sociais, esportivos e culturais. A rede deve ser construída de forma natural." O profissional deve se mostrar disponível e acessível. O networking não precisa nem deve ser construído apenas em ambientes e situações relacionadas ao trabalho e aos negócios.
Fonte: Aberje
"O networking é uma ferramenta válida tanto para quem deseja encontrar emprego em outra empresa quanto para quem deseja avançar na companhia na qual já trabalha", diz Carmelina Nickel, consultora da DBM e especialista no tema. "É por meio dele que somos indicados e que indicamos pessoas para oportunidades de trabalho", continua.
A consultora ressalta, no entanto, a importância de manter o networking não apenas nos momentos em que ele é necessário. "O objetivo do networking é criar vínculos de solidariedade entre as pessoas. Não adianta acionar as pessoas de relacionamento apenas quando precisa de ajuda. Deve existir uma relação de reciprocidade, ou seja, é equivocado procurar os conhecidos apenas por interesses utilitários. É necessário manter a rede de contatos viva o tempo inteiro", explica.
Para quem julga não contar com uma rede de contatos, a dica inicial é listar os nomes de todas as pessoas com quem se mantém vínculos diretos - a relação deve incluir amigos, parentes, ex-colegas de faculdade, professores e companheiros do trabalho. "Isso é importante porque é bastante comum que os profissionais esqueçam de fazer networking dentro nas companhias em que atuam. É um erro. Na medida em que há mais reestruturações, é essencial ser conhecido internamente. Não estamos falando de proteção ou de bairrismo, mas sim da importância de ter uma rede interna ativa para que a empresa não corra o risco de, num momento estratégico como este, perder um executivo competente, apenas porque ele não é conhecido por seus pares na mesma organização", diz Carmelina.
É fundamental também participar de encontros estratégicos dentro e fora da empresa. "Palestras, reuniões e conferências são ótimos meios de conhecer pessoas interessantes, assim como eventos sociais, esportivos e culturais. A rede deve ser construída de forma natural." O profissional deve se mostrar disponível e acessível. O networking não precisa nem deve ser construído apenas em ambientes e situações relacionadas ao trabalho e aos negócios.
Fonte: Aberje
Sebrae lança Manual de Sobrevivência
Cartilha Como Agir na Crise orienta empresários de micro e pequenas empresa a enfrentarem o período de turbulência econômica. A publicação elaborada pelo SEBRAE-MG ajuda os empreendedores a tomarem decisões e identificarem oportunidades nos momentos de crise.
A edição possui recomendações para quem pretende vender para o mercado interno e para grandes empresas. Alerta para o cuidado que investidores devem ter com a aquisições de crédito bancários. Mostra também os atrativos e os problemas enfrentados para quem exporta e importa.
Para aqueles que pretendem abrir um negócio as dicas são planejar, realizar pesquisas de mercado, buscar informações sobre o ramo de atividade e analisar a necessidade de investimento. "O objetivo da publicação é oferecer às micro e pequenas empresas recomendações que irão auxiliá-las na tomada de decisão neste período de crise", explica a gerente da Unidade de Inteligência Empresarial, Margarida Fantoni.
Os interessados poderão adquirir gratuitamente a edição nos pontos de atendimentos do SEBRAE-MG ou fazer download no www.sebraemg.com.br
Fonte: ABERJE
A edição possui recomendações para quem pretende vender para o mercado interno e para grandes empresas. Alerta para o cuidado que investidores devem ter com a aquisições de crédito bancários. Mostra também os atrativos e os problemas enfrentados para quem exporta e importa.
Para aqueles que pretendem abrir um negócio as dicas são planejar, realizar pesquisas de mercado, buscar informações sobre o ramo de atividade e analisar a necessidade de investimento. "O objetivo da publicação é oferecer às micro e pequenas empresas recomendações que irão auxiliá-las na tomada de decisão neste período de crise", explica a gerente da Unidade de Inteligência Empresarial, Margarida Fantoni.
Os interessados poderão adquirir gratuitamente a edição nos pontos de atendimentos do SEBRAE-MG ou fazer download no www.sebraemg.com.br
Fonte: ABERJE
13 de mar. de 2009
Será mesmo que você é substituível?
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:
"ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os
gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De
repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? - encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei
muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no
fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização
e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra?
Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge
Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem
fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim
insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para
alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus
conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe
focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar
'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era
instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que
queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte,
discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar
seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o
talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas´ de
sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha
por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola,
Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão
dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o
Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e
hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é
insubstituível"
Portanto nunca esqueça:
Você é um talento único....
Abraços a todos!!!
Autora: Terezinha Santos
equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:
"ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os
gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De
repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E o Beethoven?
- Como? - encara o gestor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei
muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no
fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização
e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra?
Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge
Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico?
Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem
fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim
insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para
alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus
conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe
focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar
'seus gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era
instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que
queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte,
discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar
seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o
talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas´ de
sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha
por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola,
Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão
dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o
Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e
hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é
insubstituível"
Portanto nunca esqueça:
Você é um talento único....
Abraços a todos!!!
Autora: Terezinha Santos
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