3 de abr de 2008

Fundamento promove evento sobre comunicação e sustentabilidade na Bovespa

Encontro debate a comunicação na atuação sustentável das empresas

A Fundamento Comunicação Empresarial, agência com mais de 17 anos de mercado, promove no próximo dia 08 de abril, das 08h30 às 12h30, o evento Comunicação em Dois Tempos: uma Visão de Sustentabilidade, no auditório da Bovespa. O encontro, que conta com o apoio institucional da Bovespa, é direcionado a profissionais de comunicação corporativa e tem como objetivo fomentar o debate em torno do papel estratégico da comunicação na atuação sustentável das empresas. As vagas são limitadas, com inscrições gratuitas.
O evento será composto por dois painéis. O primeiro painel será mediado por Carlos Raíces, Diretor Adjunto de Projetos Editoriais do Valor Econômico, e abordará conceitualmente a comunicação dentro do conceito de atuação empresarial sustentável e a relação direta entre reputação e impacto financeiros nos negócios. Já o segundo painel, mediado pelo Prof. Paulo Nassar, Diretor Geral da Aberje e Prof. da ECA-USP, enfocará as perspectivas da área de comunicação neste contexto, incluindo o advento da ISO 26000 e a visão de futuro das empresas. Confira abaixo a agenda completa:
Comunicação em Dois Tempos: uma Visão de Sustentabilidade

Data: 08 de abril de 2008, terça-feira
Horário: 08h30 às 12h30
Local: Auditório da Bovespa – Rua XV de novembro, 275 – 1º andar – Centro
Confirmações de presença: evento@fundamento.com.br
Vagas limitadas, inscrições gratuitas.
Informações: (0xx11) 5095-3866 com Paula.


Fonte:Fundamento

Essa não!!


Conversando via msn com meu sempre antenado amigo RP, Wallace Ischaber, ele lembrou bem que esse tipo de ação que as meninas fizeram no orkut para a Tam é chamado de astroturfing.
Em linhas gerais, seriam movimentos e depoimentos "espontâneos" que as pessoas criam em blogs ou redes sociais, como esse caso da Tam e o do Wall Mart na wikipédia. Há quem chame de buzz marketing ou marketing viral, eu chamo de venda de conceito, e claro é algo que não se vende.
Para a nossa sorte, existem profissionais que acreditam que essa prática além de ser uma postura falsa é ruim para nós, comunicadores, como Trevor Cook e Thiane Loureiro da Edelman, que comentou a prática no nosso Fala RP!
Convoco os bons profissionais de comunicação a se engajar contra essa prática do astroturfing. Passe essa meme adiante.

Fonte: Oras Blog

TAM age como Wall Mart no caso da Wikipédia?

Ainda não conseguimos provar categoricamente, mas parece que há por parte de alguém ligado a Tam (internos ou empresa de comunicação), uma tentativa de se criar mais empatia com a nova logo e a nova linha de comunicação que a empresa lançou mês passado. Só isso explica o caso de três pessoas invadirem o orkut em 75 comunidades relacionadas à comunicação, para tecer comentários cada vez mais elogiosos ao atendimento, a nova logomarca, ao marketing de relacionamento da Tam e etc, etc.
Acontece que uma das comunidades é a nossa, de Relações Públicas, com 9.234 membros, a maioria pensante e não caiu nessa balela de elogios sem maiores propósitos.
Se foi isso mesmo, erraram Tam, agência de comunicação e funcionários. A Tam porque aceita pagar esse mico de ter sua reputação vendida, coisa que não se faz, a agência porque planejou e contratou mal, o funcionário porque não está preparado para atuar com maturidade e dizer ao seu chefe que na era da web 2.0, caminhando para a web 3.0agir assim é dar um tiro nos pés.
Vamos só ver, se nos moldes do desastre da Red Bull e Wall Mart, a Tam e agência se pronunciam culpando a "juniorização" dos seus departamentos, que num outro modismo deixam decisões vitais nas mãos de profissionais que mal largaram os livros e não tem um pingo de vivência de mercado. Mais senso crítico e responsabilidade profissional, seria o idela.

Fonte:Oras Blog - Texto de Marcia Ceschini

1 de abr de 2008

Reposicionamento da TAM

No dicionário, a palavra reposicionar é explicada de forma simples. Significa posicionar novamente. Na prática, colocar uma empresa de volta ao caminho certo em direção a geração de maiores lucros - e às vezes até mesmo da sobrevivência - é um pouco mais complexo. Mas não é impossível. Que o diga a Tam. A companhia aérea é a que mais sofreu com o apagão aéreo, com acidentes e com a perda do fundador que lhe conferia um DNA mais do que único: era sinônimo de excelência.

Para a Tam, reposicionar significa voltar no tempo. Assim como muitos clientes, a empresa sentiu a necessidade de resgatar a herança recebida do Comandante Rolim Amaro, personagem marcante na história da companhia. À frente da Tam, o Comandante recebia os clientes no tapete vermelho da companhia, superou dois acidentes e levou a empresa à liderança do setor.

Depois de sua morte, em 2001 em um acidente de helicóptero, a Tam passou por diversos anos de turbulência. Primeiro o desaquecimento do mercado com os atentados às Torres Gêmeas, depois com o processo de profissionalização da empresa e, mais recentemente, com a crise do setor aéreo e com o maior desastre do setor em 2007.

Posicionar novamente a empresa, portanto, era também uma questão de sobrevivência. Em fevereiro deste ano, a companhia anunciou o seu reposicionamento. Reviu a missão, os valores, a visão, a marca e o portfólio de produtos. O foco central foi na marca, um dos maiores ativos da Tam. O trabalho de branding está envolvendo toda a companhia. À frente desta revisão estão os principais executivos da empresa e a Thymus Branding.

Para Ricardo Guimarães, sócio-diretor Thymus - empresa que também trabalha com marcas como Banco Real e Natura - a Tam sofreu como qualquer outra empresa as dores do crescimento e com a perda de seu fundador. A revisão geral tem como objetivo resgatar os princípios deixados pelo comandante Rolim e fazer a empresa ganhar valor de mercado segundo uma nova visão de atitude perante aos clientes.

Em entrevista ao Mundo do Marketing, Guimarães explicou como está sendo este trabalho.

Fonte: Por Bruno Mello - Mundo do Marketing
bruno@mundodomarketing.com.br