17 de jun de 2009

Mutirão de Comunicação América Latina e Caribe

Promover espaços de diálogo sobre os processos de comunicação à luz da cultura solidária, na construção de uma sociedade comprometida com a justiça, a liberdade e a paz.

Promover e gerar iniciativas de diálogo sobre o trabalho de comunicação nos países da América Latina, nos processos culturais, econômicos e políticos.
Partilhar e construir propostas teóricas, práticas e metodológicas sobre os processos de comunicação que ajudem na construção de um mundo mais justo e solidário.
Incentivar e criar redes de diálogo, para favorecer o intercâmbio e a colaboração entre as pessoas e instituições no âmbito da cultura e da comunicação.
Identificar e estimular estratégias de democratização da comunicação.
Refletir sobre os desafios da comunicação na ação evangelizadora contribuindo, como Igreja, na renovação das formas de comunicação no trabalho pastoral, catequético e litúrgico e na construção da opinião pública à luz da cultura solidária.

Omnicom funde operações da Ketchum e Pleon

Em uma das maiores movimentações da indústria de RP, grupo une operações para expandir a atuação global da agência

Em uma das maiores fusões da indústria de Relações Públicas, o Grupo Omnicom combinará as operações norte-americanas da Ketchum e da européia Pleon, para criar uma rede global formada pelos maiores players da indústria de RP, com mais de 2 mil colaboradores, que operam em 103 escritórios, em 66 países.

Globalmente, a nova agência irá operar com o nome de Ketchum, mas receberá o nome de Ketchum Pleon no Reino Unido e no continente europeu. O atual CEO e sócio sênior da Ketchum, Ray Kotcher, irá liderar a agência no mundo, enquanto Timo Sieg, chairman e CEO da Pleon, será o chefe executivo da agência na Europa e se juntará a equipe executiva global da companhia. A movimentação, que beira a quantia de US$ 400 milhões, torna a Ketchum um dos maiores grupos de comunicação do mundo.

De acordo com o presidente da Organização Internacional da Consultoria de Comunicações ex-CEO da Publicis Groupe da MS&L, Lou Capozzi, há a expectativa de mais junções e parcerias globais como essa acontecerem na indústria de Relações Públicas.

"As agências precisam oferecer uma cobertura global para seus clientes", diz Capozzi. "Isso traz uma grande pressão para que as elas cresçam e expandam suas redes para que também as suas grandes contas possam crescer em importância. É um passo muito inteligente da Ketchum", complementa o especialista.

Forças Complementares
Um executivo da base européia de uma grande agência disse que o mercado não vê a Pleon em uma operação global ou regional, uma vez que a cultura da empresa é voltada primeiramente às atividades locais, mas disse que a fusão foi uma boa jogada para as duas agências.

Para a Ketchum, que possui uma respeitável presença na Espanha e no Reino Unido, a fusão não apenas reforça sua investida em escala mundial, mas também torna a Ketchum o principal player de RP na Alemanha - uma das maiores economias do planeta e base mais forte das operações da Pleon.

Para a Pleon, cujo único passo nos Estados Unidos foi o trabalho realizado para as demais agências do Omnicom, a fusão proporciona um significativo aumento da presença local. A agência também fará uso das ofertas praticadas pela Ketchum no Reino Unido e na Espanha, onde sua presença até então era mínima.

Contando com a especialidade da Pleon na realização de trabalhos corporativos, a Ketchum - bastante conhecida pela sua marca e seu marketing - será capaz de oferecer aos seus clientes serviços relacionados a assuntos públicos, a mudanças de gestão e processos judiciais e aconselhamento em situações de crise.

Do Advertising Age.
Fonte: M&M online

PR Lions estreia com desafio

O PR Lions é a grande novidade do Festival de Cannes 2009. Por causa disso, a categoria deverá percorrer nesta edição o mesmo caminho ao qual foram submetidas as áreas de Promo Lions em 2006 e Design Lions no ano passado. Logo de saída, algumas características das outras estreias se repetem desta vez, como o baixo número de inscrições (ao todo foram 431), a reduzida participação de escritórios especializados - ao menos no caso brasileiro - e, acima de tudo, a imensa expectativa do mercado sobre quem será premiado e sobre as justificativas para conferir esses Leões.

Em um ano de delimitações e de estabelecimento de uma identidade, a agência que mais se destacou entre os 26 trabalhos inscritos pelo Brasil foi a interativa AgênciaClick, com cinco. Em seguida, está a Africa, com três. "Sentimos que há uma oportunidade de vencer, já que na parte técnica a internet aparece com um peso relevante. E há até uma categoria para mídia social", comenta Raphael Vasconcellos, diretor executivo de criação da AgênciaClick. Um dos cinco trabalhos inscritos é o próprio site da empresa.

Tal destaque das agências de publicidade, em vez dos escritórios especializados, não chega a espantar. Na edição 2006 de Promo Lions, a maioria dos prêmios foi para agências de propaganda convencional e não de marketing promocional. Na ocasião, o Grand Prix foi para o case Fast, da Crispin Porter + Bogusky para Volkswagen. Em 2008, o Design Lions também foi marcado pela tímida presença de agências especializadas na categoria. A assessoria de comunicação Perspectiva, por exemplo, informou que decidiu inscrever apenas um case (criado para Mabel) neste primeiro ano do PR Lions como forma de "sentir" como será a avaliação da categoria.

Há também trabalhos inscritos pela secretaria de Relações Públicas do Senado Federal, pela TV Globo, por anunciantes como a Vale, por agências como DM9DDB e McCann Erickson. Entre as assessorias de imprensa estão nomes como CDN e Ketchum Estratégia. Mais heterogêneo impossível.

Nada disso surpreende o jurado brasileiro na categoria, Andrew Greenlees, vice-presidente e sócio da CDN Comunicação Corporativa. Ele estava com um pé atrás para a primeira edição, a começar pela própria conceituação da categoria. "Existe uma discussão que temos entre os jurados a respeito de como você define o que é PR. Várias campanhas diferentes podem utilizar, em algum momento, uma estratégia de PR, seja baseada em pesquisa, evento, relação com a imprensa ou em ações digitais. É uma tendência do mercado. As empresas de comunicação buscam oferecer um leque cada vez mais amplo de serviços", afirma Greenlees.

De acordo com ele, o que pode fazer a diferença para os trabalhos inscritos - e dar alguma ordem aos processos de avaliação nesta categoria - são os resultados. "A orientação é para se levar em conta criatividade, estratégia e resultados, mas como é o primeiro ano e não há parâmetros anteriores, o resultado da campanha particularmente será muito importante para se determinar os vencedores", aposta o jurado, que enxerga também boas possibilidades para as peças brasileiras. "Elas estão em um nível de concorrência internacional. Há cases para marcas conhecidas e com um componente cultural que não terá problema para ser traduzido para um sueco ou japonês", arrisca.

Pelo menos no número de inscrições, o Brasil foi bem, ficando na quinta colocação, atrás de Reino Unido (55), Alemanha (47), Estados Unidos (46) e Japão (29).

Para Greenlees, a chegada de PR a Cannes é um indicativo da tendência de se reduzir as fronteiras entre as modalidades. Além do que, seria uma mostra de que PR está ganhando profissionalismo. "É um setor que cresce no Brasil. Já atingiu US$ 1 bilhão e é representado por uma associação que tem 317 associados", diz o executivo, referindo-se à estimativa da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom).

Greenlees revela que, na volta, planeja combinar com a entidade alguma maneira de repassar o conhecimento de Cannes para o mercado, até para que sirvam como parâmetros para o festival do ano que vem.

Por Felipe Turlão
Fonte:M&M online

16 de jun de 2009

Curso de Branding - Criação e Gestão de Marcas

O curso aborda conceitos e estratégias de gestão e avaliação geral da marca, os valores agregados, a visão dos consumidores e a importância de uma marca forte e bem posicionada no mercado.

20/06/2009 (sábado) | Horário: das 08h00 às 18h00.


Público Alvo

Estudantes e Profissionais de Propaganda e Marketing, Publicidade, Design; Profissionais de Agências de Publicidade e Design; Diretores e Gerentes de Comunicação Corporativa; Analistas e Coordenadores de Comunicação.

Programação

08h00 - Welcome-Coffee;

08h30 - Credenciamento;

09h00 - Naming - Técnicas de Criação de Nomes para Marcas;

10h00 - Identidade Visual;

11h00 - O que é uma Marca;

11h30 - Construção Estratégica de uma Marca;

12h00 - Intervalo (almoço);

13h00 - Gestão de Marcas - Construindo uma Marca Forte;

14h00 - Relacionamento entre Marca e Consumidor;

15h30 - Endobranding;

16h00 - E-branding;

17h00 - Experiência de Marca;

18h00 - Encerramento.


Facilitadores

Elcio Sartori (Artwork Design)
Publicitário, redator, fotógrafo, palestrante, articulista, pós-graduado em design gráfico pelo Unicentro Belas Artes de São Paulo e mestrando em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Professor há mais de 23 anos e diretor da Artwork design.

Wandy Cavalheiro (Per Creare Branding)
Diretora Executiva da Per Creare Branding, especialista em Gestão de Marcas e Branding pela FGV-SP, atua há mais de 30 anos em educação. É co-autora dos livros "Gestão Profissional em Instituições Privadas de Ensino Superior" e "Marketing Educacional em Ação".

Sérgio Lage (What’Z’on)
Mestre em Sociologia e Publicidade e Marketing pela USP. Professor Universitário nas áreas de Antropologia do Consumo e Cultura Material, Tendências, comportamento e Consumo, Posicionamento Estrátégico de Marca e Consumidores. Sérgio tem ainda uma consultoria na área de Comportamento e Tendências chamada What´Z´on - estudos e idéias.

Marcelo Trevisani (A+ Criação e Design)
Formado há 8 anos em design gráfico e digital. Especialista em branding pelo Centro Universitário Belas Artes. Possui MBA em Gestão de Marcas pela Universidade Anhembi Morumbi com módulo internacional na Universidade Andrés Bello (Santiago – Chile). Desde 2008, palestra sobre Design Estratégico – Estratégia de Marca e E-branding. Atualmente é Diretor de Design e Gestor de Marcas na Agência A+ Criação e Design.

Karina Castardelli (Sapiens Design)
Formada em Design Gráfico e especialista em Criação de Identidade de Marcas. Professora do curso de Branding no Centro Universitário Belas Artes. Dirige seu próprio escritório desde 2001, onde criou o conceito do Design Consciente: Projetos que integram os objetivos e metas das empresas à responsabilidade ambiental e ao bem estar das pessoas.


Local

Mercure Apt. Central Towers (Sala Villa Lobos) : Rua Maestro Cardim, 407 - Paraíso - São Paulo - SP.


Investimento

Estudantes R$120,00 - em 2 vezes (50% na reserva e 50% no dia do curso)

Profissionais R$240,00 - em 2 vezes (50% na reserva e 50% no dia do curso)

* Incluso: welcome-coffee, material e certificado.

Desconto especial para grupo de 5 pessoas ou mais!
Os valores para estudante passarão para R$100 e profissional R$200,00.
Para maiores detalhes entre em contato pelo email atendimento@integracursos.com.br ou pelo tel (11) 2936 0116.

Noite de autógrafos do livro Capital social e comunicação

A Summus Editorial e a Livraria Cultura (SP) promovem no dia 18 de junho (quinta-feira), das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro Capital social e comunicação. Pioneira, a obra da professora e pesquisadora Heloiza Matos revela a origem do capital social, explorando as dinâmicas responsáveis pela articulação entre os meios de comunicação, a prática comunicativa dos cidadãos e a construção de vínculos e redes de sociabilidade. O evento acontecerá no piso térreo da livraria, que fica na Av. Paulista, 2.073.

A sociedade moderna pode estar mais individualizada, mas as possibilidades de comunicação continuam crescendo, estreitando os laços de confiança entre as pessoas e atualizando o conceito de capital social. Tema ainda pouco explorado no Brasil, o capital social pode ser definido como conjunto de redes de comunicação em que circulam as informações que facilitam a articulação das ações coletivas. No livro, a autora faz uma análise pioneira dessa questão. Mediante extensa revisão bibliográfica, ela discute a origem do capital social, seus desdobramentos e seu papel no engajamento cívico e na transformação de comunidades e instituições.

A obra aborda exatamente o entendimento do cidadão no universo político. “A idéia de capital social é uma forma sofisticada de tratar as redes sociais de solidariedade e cooperação para obter uma coesão social capaz de unir as pessoas na construção de algo comum”, explica Heloiza. Segundo ela, o que une (ou separa) os indivíduos nesse universo é exatamente a comunicação, por meio da interação e da reciprocidade nas redes sociais. Por isso, a autora explora as dinâmicas responsáveis pela articulação entre os meios de comunicação, a prática comunicativa dos cidadãos e a construção de vínculos e redes de sociabilidade.

Foram mais de dois anos de pesquisa, incluindo uma aprofundada e exaustiva revisão bibliográfica sobre capital social no exterior e no Brasil. O levantamento de dados começou na França, com a realização de entrevistas, seminários e artigos, e terminou no Brasil, onde a autora criou um grupo de pesquisa para concluir a obra.

O livro traz um conjunto de preocupações vitais não apenas para a atividade da comunicação social, mas também para o futuro da sociedade em todo o mundo. Aborda questões ligadas à participação cívica, com foco na transformação dos indivíduos em cidadãos por meio de seu engajamento em práticas cotidianas. Segundo Heloiza, as novas tecnologias podem auxiliar o estabelecimento de laços comunicativos capazes de ampliar a opinião pública e trazer novas contribuições para o debate sobre questões de interesse coletivo. “As telenovelas, por exemplo, tratam de temas da vida cotidiana e incentivam a discussão de questões delicadas como o estatuto do idoso, o reconhecimento de uniões homossexuais e a pedofilia, entre outros temas”, diz ela.

Dividido em seis capítulos, o livro aborda, sob diferentes ângulos, a diversidade de articulações que podem ser estabelecidas entre o campo da comunicação e a recente investigação sobre o conceito de capital social. A autora elabora uma cuidadosa pesquisa sobre as origens do conceito de capital social, bem como suas principais dimensões e seus usos atuais, analisando detalhadamente o impacto das tecnologias da informação e da comunicação na participação cívica de indivíduos e grupos nas comunidades. “A inserção de imagem e texto na telefonia móvel, por exemplo, renovou o estabelecimento de laços interpessoais”, afirma a autora.

Heloiza constata um alto índice de capital social positivo com impactos no engajamento do cidadão na vida cívica. Mas alerta também para a existência do capital social negativo. “São os pactos de confiança que trazem efeitos socialmente perversos”, explica. Ela mostra que as mesmas normas de reciprocidade, confiança e cooperação que regem as associações cívicas coordenam as ações do tráfico de drogas, dos políticos mal-intencionados e das facções racistas.

O livro traz contribuições para estudantes dos cursos de graduação e pós-graduação em Comunicação Social, Ciências Sociais e Ciências Políticas. Além disso, pode ser utilizado como texto de apoio em cursos ligados à dinâmica das organizações, à saúde, à educação e à comunicação pública. No final da obra, uma rica bibliografia comentada aponta caminhos para novas pesquisas.

A autora
Heloiza Matos é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É mestre e doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), onde foi docente e pesquisadora até 2002. Em dois períodos (1995 e 2007), realizou pós-doutorado no Groupe de Recherche sur les Enjeux de la Communication (Gresec), em Grenoble (França). Na primeira fase, desenvolveu um estudo comparativo sobre o processo eleitoral no Brasil e na França e, recentemente, uma pesquisa sobre comunicação política, capital social e tecnologias de informação e comunicação. Atualmente, é docente do programa de mestrado da Faculdade Cásper Líbero na linha de pesquisa “Processos midiáticos, tecnologia e mercado”. É organizadora do livro Mídia, eleições e democracia (Scritta, 1994).

Título: Capital social e comunicação – Interfaces e articulações
Autora: Heloiza Matos
Editora: Summus Editorial
Preço: R$ 56,20
Páginas: 280
ISBN: 978-85-323-0539-8
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890


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