19 de fev de 2007

Desprendimento a arte de ser feliz.

Desprendimento é uma virtude que devemos exercitar diariamente com relação a tudo e todos em nossas vidas. É filosofia, política de viver e aprendizado diário, de como tornar nobre os relacionamentos e a forma como nos colocamos no mundo.
O contrário disso o apego nos torna seres muito menores do que somos de fato, limita nossas vidas aos nossos pequenos mundos. Nos tornando infelizes e sovinas em nossas atitudes, sentimentos e pensamentos.
Precisamos aprender a acender às luzes de nossas capacidades divinas. Assim como a natureza ensina o tempo todo que, por traz de todos os processos estão as melhores e maiores coisas, nós seres humanos devemos aprender a expor o nosso melhor para nós mesmos e para os outros.
Seremos uma grande cadeia de luzes a afugentar as trevas do universo.
Coragem é o que nos basta para sermos mais...
Mais luz...
Mais amor...
Mais compaixão...
Mais perdão...
Mais prosperidade...
Mais felicidade...
De todas as criaturas do universo Deus dotou apenas ao homem de mente e imaginação, capacidade de visualização, que nada mais é do que criar na mente a realidade que nos emociona e nos faz felizes.
De mente para perceber além dos cinco sentidos.
De intuição para amplificar nossas percepções.
Com a mente aprendemos, e refletimos.
Com a imaginação alimentamos a alma, o coração e todo o nosso estado de ser, isso é aprendizado e desprendimento.
Com a mente podemos discernir e julgar.
Com a imaginação conseguimos ultrapassar nossos próprios limites.
Com a mente analisamos e procuramos apoiados na lógica, explicações para tudo e todos.
Mas é na imaginação que somos e nos sentimos livres.
A maior liberdade é experimentada nos laços do amor.
E a maior prisão no ideal da liberdade.
Temos que ser corajosos para viver uma vida plena e rica, temos que ser desprendidos para encararmos nossas verdades.
E nos convencermos de que aqui estamos para sermos felizes.


Milene Gonçalves
Relações Públicas
Reg. 3026

Filosofia Corporativa

Filosofia corporativa é o pilar das Relações Públicas, um modo de pensar e agir que se propaga por toda a instituição. Uma grande trama com milhares de fios esse é o verdadeiro universo das Relações Públicas.
Tudo o que uma empresa faz em relação a um ou outro público desencadeia uma série de conseqüências na interface com todos os outros, essa condição por si só é mais do que suficiente para justificar a presença de um Relações Públicas.
Todo e qualquer trabalho de Relações Públicas tem por fim, desenvolver uma filosofia corporativa sobre a qual alicercem todas as ações e políticas organizacionais.
A necessidade de promover mudanças estruturais para a construção desse alicerce realmente sólido e a avaliação da opinião pública são competências das Relações Públicas.
As Relações Públicas visa construir e manter o conceito corporativo que é resultado do modo de proceder da empresa. Esse modo de proceder é algo sólido e capaz de resistir às intempéries, por estar alicerçado em políticas organizacionais definidas e verdadeiras.
Esse conjunto de características é o diferencial competitivo da empresa. Suscita credibilidade frente à opinião pública.
Falta às Relações Públicas conscientizar o universo empresarial dos resultados que podem advir da construção dessa interface permanente com o cliente e o quanto o institucional influencia o mercadológico.
Relações públicas no cenário contemporâneo não privilegiam públicos específicos, mas trabalham frentes simultâneas. Funcionam como ferramenta estratégica na valorização do conceito corporativo a favor dos negócios da organização.
Agregando valor, apontando soluções e sugerindo atitudes. Enriquecem os públicos e valorizam as ações e as pessoas por elas atingidas.

Milene Gonçalves
Relações Públicas
Reg. 3026

A selvagem realidade corporativa. Não me submeto!!!

Que selva é essa da vida????
É difícil manter a ética, a serenidade e fé na humanidade!
Observo a vida corporativa, antes como empregada e agora como empresária e me pergunto: Por que tanta deslealdade, tanta gana???
Sou ingênua, acredito nas pessoas, acredito na bondade, na seriedade mesmo percebendo, que elas estão fazendo manobras com efeitos nocivos, enganando, seduzindo com promessas que não serão cumpridas, continuo acreditando.
Mas a constatação de que não importa a quem se fere e como se fere, se no final o resultado para si é bom, torna a realidade corporativa amarga e destrutiva.
Vejo pessoas esquecendo-se de sua humanidade, na ânsia de sobreviver, de obter luxo, conforto e status.
Vejo todos os dias, ouço histórias e já vivencie algumas situações de pessoas explorando pessoas, se vestindo de cordeiro para conseguir vantagens comerciais.
Não quero com minha opinião dizer que sou melhor, apenas tento não esquecer o que realmente importa.
Penso sempre que um país do tamanho do nosso, uma cidade como São Paulo com mais de 16 milhões de pessoas, com tantas empresas de vários portes, que teoricamente seria mais que suficiente para todos, vivemos essa selvageria de disputa entre tantos querendo o mesmo peixe.
Seria tão melhor se não nos submetêssemos a regras ferozes, de mercado, de sobrevivência.
Se toda vez que nos propusessem algo que fosse contra a nossa essência, um alarme soasse dentro de cada um e nos obrigasse a não ceder.
Exploração existe porque há ignorância e permissão para acontecer.
Força bruta existe porque muitos acreditam que só a dor movimenta a roda da vida.
Miséria existe porque o mundo acredita na escassez. E a pior miséria esta na alma do homem.
As empresas são apenas o reflexo das pessoas que a fazem, a loucura e selvageria são frutos das crenças predatórias.
Mude o homem na essência e o mundo será outro.
Pela dignidade, verdade e lucidez.

Milene Gonçalves.
Relações Públicas Reg. 3026
Conrerp 2ª região SP/PR

A complexa trama das relações humanas agregando ou não valor real a sua vida.

Observo cada dia mais, o quanto complicado pode ser a expressão do ser de um indivíduo, dentro dos ambientes sociais e empresariais.
Porque o conjunto de conceitos, sentimentos e pensamentos traduzidos em atitudes que interagem com a expectativa do meio (personalidade), não é o ser.
A personalidade é algo distinto do ser e está para o ser como a roupa está para o corpo, essa personalidade é forjada pela família e pela sociedade.
No entanto, em seu âmago o ser é algo que transcende e vai além das possibilidades da personalidade.
Dentro do meio social em algumas oportunidades o ser pode expressar-se, mas com raríssimas exceções isso pode acontecer no meio empresarial.
É interessante verificar como desaprendemos a ser para nos tornarmos uma personalidade aceitável. E o quanto isso é conflituoso e nos tolhe a capacidade da felicidade e do amor, aspectos inerentes do ser.
Desde cedo, temos a tarefa de aprender a estar como esperam de nós. Nossa essência e o que trazemos em nosso estado original pouco vale. Temos que nos (des)educar, aceitar “Condicionamentos”, para sermos aceitos e respeitados.
Com isso, geramos sofrimentos uns aos outros e conseqüentemente a nós mesmos.
Na árdua tarefa de fazer o jogo da sobrevivência e das competências nos esquecemos de quem somos e o que realmente nos importa. Seja no meio social onde estamos inseridos, no ambiente de trabalho, no convívio familiar, desempenhamos papéis como num grande teatro, uma ópera da vida real.
Aprendemos que temos que ter um objetivo, traçar metas, planejar e executar tarefas para chegar ao fim esperado, digo, esperado porque na maioria das vezes quando conseguimos atingir esse fim, ele nem é como parecia ser, nem é exatamente o que queríamos que fosse.
O ser é de natureza insatisfeita, de essência curiosa e plenamente aventureira, a vida o estimula a todo o momento, ele é motivado por desafios e esses são infinitos em todos os aspectos da vida.
Ai entram os condicionamentos, que são freios instituídos pela personalidade para limitar a atuação da personalidade, para criar condições de uma convivência harmônica entre os pares, são os freios que te dizem o que fazer e quando fazer e porque fazer. Entretanto, esses mesmos freios nos levam a caminhar sobre um fio tênue onde positivo e negativo interagem juntos.
O grande desafio da personalidade é saber equilibrar-se sobre esse fio, para não prejudicar o ser.
E como não prejudicá-lo? Se na maioria das vezes nem sabemos que ele existe, que está dentro de nós adormecido e latente.
Na vida de cada um, os freios deveriam nos fazer mais felizes, mais realizados, mas ao invés disso, nos criam tantos obstáculos à manifestação do ser que parece que nos perdemos dentro de nós mesmos.
A sociedade no conjunto de personalidades precisa dos freios, o ser não!
O ser precisa sentir seu caráter infinito e divino, manifestar-se no mundo das formas e nas sociedades para santificar e purificar a personalidade do seu grande vício de estar infeliz.
Quando formos capazes de permitir ao ser interagir no mundo sem a muleta da personalidade, criaremos com certeza um novo mundo, a nova era.

Milene Gonçalves.
Relações Públicas Reg. 3026

Como prolongar a vida e a saúde da sua empresa?

Mudança, o inesperado é muitas vezes, a melhor fonte de inovação. As empresas bem sucedidas e de maior sucesso em seus seguimentos são aquelas onde a comunicação é priorizada e liderada por um profissional de comunicação preparado e habilitado para fazê-la, um Relações Públicas.
As Relações Públicas trabalham continuamente a opinião dos públicos na busca constante de satisfação e excelência. Esse comunicador empresarial harmoniza por meio dos canais de comunicação as relações entre a organização, seus públicos, à imprensa e a comunidade, demonstrando por meio desses canais, o caráter e intenções comerciais e institucionais, bem como, os propósitos sociais da organização.
O Relações Públicas trabalha como administrador de conflitos, gerenciador de personalidades e diretor de negócios e é peça fundamental dentro de toda e qualquer organização, utilizando a comunicação para construir e manter a reputação principalmente institucional da organização.
As Relações Públicas estão preparadas para lidar com a adversidade que compõe o universo corporativo, harmonizando-o de modo a torná-lo mais produtivo e agradável, é ferramenta estratégica para gestão organizacional e servirá de alinhamento entre os objetivos estratégicos e os objetivos do negócio, gerando resultados além do esperado.
Do mais simples evento interno a grande campanha institucional, todo projeto de comunicação deve assumir a filosofia do negócio, contribuindo invariavelmente, para a maximização da performance empresarial.
Colocar as Relações Públicas a serviço do cumprimento e da visão dos propósitos da organização, construindo a reputação empresarial que é o patrimônio que compõe o valor de mercado da empresa e influência o seu desempenho econômico e financeiro.
Quanto melhor essa reputação, melhor são os resultados e mais forte é a sua posição no mercado. É um esforço de longo prazo e ocorre fundamentalmente pela criação e projeção de um conjunto, consistente e coerente de atributos, que levam seus públicos prioritários interno e externos a reconhecê-la em sua identidade única e intransferível.
E isso só e possível quando planejado e executado por quem conhece o assunto.

Milene Gonçalves.
Relações Públicas Reg. 3026
Conrerp 2ª região SP/PR
lenegon@superig.com.br